
Quando uma bala é disparada, uma cena de crime é formada (possivelmente) e os especialistas em balística entram em ação.
A identificação do responsável pelo disparo é algo muito complicado, tornando-se um verdadeiro quebra-cabeça em alguns casos. Agora os cientistas descobriram um método inusitado de identificação, utilizando pólen de flores.
Paul Sermon, engenheiro de nanomateriais da Universidade de Brunel, em Londres, juntamente com sua equipe de cientistas, iniciou um processo que mergulha o cartucho em uma solução de óxido de alumínio e ureia.
Uma “camada” invisível é formada, conseguindo “agarrar” células da mão da pessoa que tocou nas balas na hora de carregá-la. Quando a técnica foi testada em uma pistola de 9 mm, os cientistas conseguiram encontrar 53% de DNA viável para análise, comparado com balas tradicionais sem o revestimento especial.
O pólen entra no segundo passo desse processo. Através do pólen de lírio – Lilium longiflorum – é feito um revestimento de dióxido de titânio (também usado em filtros solares), deixando-o cair em um plástico líquido. A parte inferior do invólucro da bala é revestida com o material. A combinação dessas duas etapas forma uma ‘etiqueta’ única, marcando as mãos de quem carregou a arma, sem que ele perceba.
Se o revestimento for usado, o trabalho dos cientistas forenses será menos trabalhoso.
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Fonte: PopSci Foto: Reprodução/stag-prague






Comentários
A novidade já nasce condenada ao fracasso....
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